Nos próximos dois anos, os ETFs spot de Bitcoin podem ultrapassar os de ouro em termos de fluxo de capital, segundo Nate Geraci, cofundador do ETF Institute.
Geraci destacou que os ETFs do metal precioso, lançados em 2004, possuem uma vantagem de 20 anos em relação aos de Bitcoin, mas isso não impediu o forte crescimento dos ETFs da criptomoeda primária.
Atualmente, os ETFs de ouro acumulam US$ 50 bilhões em fluxo, enquanto os de Bitcoin já alcançam US$ 21 bilhões, mesmo com menos de um ano de existência. A performance dos produtos de BTC tem surpreendido tanto investidores otimistas quanto céticos, que precisaram rever suas opiniões. Geraci observou que, inicialmente, críticos acreditavam que não haveria demanda por esses fundos, mas a realidade se mostrou bem diferente.
Na última semana, os ETFs spot de Bitcoin viram uma entrada de capital de US$ 2 bilhões em apenas cinco dias, com destaque para o IBIT da BlackRock, que sozinho atraiu mais de US$ 1 bilhão.
Além disso, a SEC dos Estados Unidos deu mais um impulso ao mercado, aprovando novas opções de negociação para ETFs spot de Bitcoin.