A Chainlink (LINK) apresentou uma nova funcionalidade chamada CCIP Private Transactions para trazer privacidade às transações entre blockchains.
Com essa nova funcionalidade, a Chainlink pretende resolver um dos maiores desafios que têm limitado a participação de instituições financeiras no ecossistema descentralizado: a falta de soluções que garantam a privacidade nas transações cross-chain.
Um dos primeiros bancos a adotar essa tecnologia é o Australia and New Zealand Banking Group (ANZ), que participará de um projeto piloto sob a supervisão da Autoridade Monetária de Singapura (MAS).
Este projeto é denominado Project Guardian e concentra-se na liquidação cross-chain de ativos tokenizados do mundo real, destacando uma aplicação que se alinha com regulamentos como o GDPR e o MiFID II.
O CCIP Private Transactions utiliza um protocolo de criptografia e descriptografia que assegura a privacidade de informações sobre os dados, valores dos tokens e partes envolvidas em uma transação, permitindo que instituições compartilhem apenas os dados necessários para processar as transferências.
“Privacidade é uma exigência crítica para a maioria das transações institucionais. Agora que as transações privadas cross-chain são possíveis, esperamos um influxo ainda maior de adoção institucional das blockchains, do CCIP e do padrão Chainlink como um todo”, afirmou Sergey Nazarov, cofundador da Chainlink.