Invasor usa granadas cenográficas para tentar roubo em exchange cripto

Invasor usa granadas cenográficas para tentar roubo em exchange cripto
Imagem destaque: Pexels/Anna Shvets

Um ataque inusitado chamou atenção em São Petersburgo no último fim de semana. Um jovem de 21 anos foi detido após invadir o escritório de uma exchange de criptomoedas com granadas de airsoft e uma bomba de fumaça, tentando obrigar funcionários a transferirem todos os ativos digitais para sua carteira.

A ação aconteceu em um prédio de hospedagem na rua Khersonska, onde a empresa mantinha uma sala comercial. Testemunhas relataram que o suspeito entrou no local, acionou dois dispositivos de airsoft e espalhou fumaça enquanto exigia acesso imediato aos fundos da plataforma. O barulho e o caos causados pelas granadas criaram o clima que ele esperava usar como intimidação.

🔍 Dispositivos cenográficos e prisão imediata

Peritos que analisaram os objetos detonados concluíram que eram réplicas, incapazes de causar danos estruturais. Mesmo assim, o impacto psicológico foi suficiente para mobilizar a polícia, que chegou poucos minutos depois e deteve o suspeito ainda no escritório.

Os agentes apreenderam mais duas granadas de airsoft não utilizadas. O homem pode responder por tentativa de roubo qualificado e outros crimes relacionados ao uso de artefatos simulados.

🌍 A escalada de violência contra usuários de cripto

Nos últimos meses, casos de violência com donos de criptomoedas começaram a ganhar mais visibilidade fora do ambiente digital. 

Um dos episódios mais recentes aconteceu na França, onde David Balland, cofundador da empresa Ledger, foi sequestrado com a parceira dentro de casa. O grupo o levou para outro endereço e exigiu resgate em criptomoedas. 

A libertação ocorreu no dia seguinte após uma operação que mobilizou unidades táticas, e ambos receberam atendimento médico. 

No Canadá, uma invasão domiciliar em British Columbia chamou atenção pela brutalidade. Criminosos se passaram por funcionários do correio para entrar na casa de uma família e iniciaram uma sequência de agressões que durou mais de treze horas. 

As vítimas foram amarradas, agredidas e ameaçadas enquanto os invasores drenavam parte das reservas em Bitcoin do casal. 

Documentos judiciais apontam que o marido e a esposa foram submetidos a técnicas de tortura e intimidação usadas para forçar a entrega de senhas. O ataque foi minuciosamente planejado com semanas de antecedência, com vigilância, câmeras ocultas e estudo da rotina da família.

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