ONG estadunidense passa a aceitar criptomoedas para combater a fome

ONG estadunidense passa a aceitar criptomoedas para combater a fome
Agencia Brasil

Diante de uma crise de financiamento e da alta demanda por ajuda humanitária, a WFP USA — organização que apoia o combate à fome global — passou a aceitar doações em bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Dogecoin (DOGE) e outras 80 moedas digitais. O objetivo é arrecadar recursos para levar assistência alimentar a milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade ao redor do mundo.

A iniciativa impulsionará a captação de até US$ 25 milhões por meio de um fundo emergencial voltado ao alívio da fome. Os recursos da ONG devem beneficiar 58 milhões de pessoas que enfrentam insegurança alimentar em diversos países.

Embora atue de forma independente, a WFP USA compartilha os mesmos princípios do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, com foco em regiões afetadas por conflitos e crises climáticas.

De acordo com Dorota Amin, diretora de filantropia e parcerias da WFP USA, o uso da blockchain e de criptomoedas representa uma resposta necessária à pressão enfrentada pelos modelos tradicionais de ajuda. 

Amin apontou que não se trata apenas de inovação, mas de uma adaptação importante da ONG para garantir que a assistência chegue a quem precisa, com maior agilidade e menor custo operacional.

Um dos benefícios das doações em criptomoedas é a diminuição das taxas de transação, o que permite que uma parte maior dos recursos chegue diretamente às iniciativas de socorro.

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