Satoshi Nakamoto está vivo e fazendo vendas de bitcoin (BTC) desde 2019, aponta nova teoria

Satoshi Nakamoto está vivo e fazendo vendas de bitcoin desse 2019, aponta nova teoria
Canva IA

Eu fico impressionada como, em 2024, a pauta da identidade de Satoshi Nakamoto, criador anônimo do Bitcoin (BTC), ficou em alta.

O grande destaque dessa área foi o documentário da HBO, Money Electric: The Bitcoin Mystery, dirigido por Cullen Hoback, que levantou a teoria ridícula de que Peter Todd, desenvolvedor do Bitcoin Core, seria o verdadeiro responsável pela criação da criptomoeda primária.

Obviamente, Todd refutou as afirmações, dizendo que decidiu participar do documentário apenas por acreditar que se tratava de um trabalho que abordaria a história do Bitcoin.

Depois disso, vimos Stephen Mollah, macroeconomista britânico-asiático, se apresentar como Satoshi Nakamoto em Londres. Além de ter dificuldades para usar um notebook (algo que virou piada entre os entusiastas cripto), ele não apresentou nenhuma prova de suas falas no evento, que, diga-se de passagem, foi bem flopado.

Mas agora surgiu outro Satoshi

Na teoria atual, pelo menos por enquanto, não há um “rosto” definido. Ela simplesmente aponta que uma baleia que movimentou grandes quantidades de bitcoin minerados em 2010 pode ser o criador do BTC.

A ideia foi levantada por Vladimir S., pesquisador especializado em blockchain.

Segundo Vladimir, enquanto as carteiras de Satoshi com bitcoins minerados em 2009 permanecem intocadas, há registros na blockchain de movimentações regulares de moedas originadas no ano seguinte.

Essa diferença de comportamento entre os dois períodos seria, para o pesquisador, um indício de que Nakamoto poderia estar por trás das transações de 2010, ano em que várias carteiras haviam sido criadas, contendo cada uma 50 bitcoins, que só começaram a ser transferidos em 2019.

A estratégia

A teoria aponta que Satoshi manteve os bitcoins de 2009 inativos como uma espécie de assinatura digital, enquanto usava as moedas de 2010 para outras finalidades, como financiar o desenvolvimento inicial do BTC ou testar a segurança da rede.

“Se Satoshi tiver acesso a um tesouro de moedas cunhadas em 2010, não há necessidade de tocar nas carteiras originais de 2009. Usar essas moedas posteriores evita chamar atenção para o estoque original, preservando o anonimato e reduzindo o risco de revelar a identidade de Satoshi”.

Em 15 de novembro, ocorreu a venda de US$ 176 milhões em BTC, que foram enviados para a Coinbase. Mas antes disso, a baleia havia movimentado US$ 5 milhões em bitcoin em novembro de 2019 e mais US$ 6 milhões e US$ 11 milhões em março e outubro de 2020, respectivamente.

Para Vladimir, se os BTCs foram realmente negociados na exchange de criptomoedas, há chances de que a plataforma detenha informações sobre a entidade por trás dessas operações, a menos que intermediários tenham sido usados para dificultar o rastreamento.

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